e-book "Supere a si mesmo todos os dias"

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domingo, 17 de novembro de 2019



Nesse blog encontrarão muitos dos artigos 
referentes aos meus aprendizados que 
compartilho com vocês.




Encontro interativo psicopedagógico.
Foto postada com a autorização dos responsáveis dos mesmos.
30 de novembro de 2019.

Nesse encontro tivemos brincadeiras diversas: amarelinha,pula corda, peteca, dominó, dama, dinâmicas menino contra meninas, cantinho dos brinquedos e de desenho.Depois um gostoso cachorro-quente e amigo oculto de barras de chocolate.Lembrancinhas para as crianças e responsáveis.As crianças curtiram bastante.
Eu os atendo individualmente e fiz esse encontro para que complementasse nosso atendimento, ajudando-os socialmente, emocionalmente, comportamental e motor..Muito gratificante.


quarta-feira, 28 de agosto de 2019

NÍVEL PRÉ-SILÁBICO


NÍVEL PRÉ-SILÁBICO

 Fonte: Jottaclub.com

Professor (a), lembre-se que antes do trabalho da criança com as atividades
 para nível  pré-silábico   propostas, ou seja, com as atividades escritas,
faz-se necessário um  amplo trabalho do professor  com material
concreto e vivências. As atividades  sugeridas abaixo irão preparar
a criança para  um melhor desempenho nas
atividades escritas e darão suporte durante todo o processo de
alfabetização.

ATIVIDADES PARA NÍVEL PRÉ-SILÁBICO

  • Trabalho intenso com os nomes das crianças, destacando as letras iniciais: atividades 
  • variadas com fichas, crachás e alfabeto móvel.
  • Contato com farto e variado material escrito em revistas, jornais, cartazes, livros, jogos, rótulos, embalagens, textos do professor e dos alunos, músicas, poesias, parlendas, entre outros.
  • Observação de atos de leitura e escrita.
  • Audição de leitura com e sem imagem: notícias, propagandas, histórias, cartas, bilhetes, etc…
  • Atividades para distinção de letras e numerais.
  • Manipulação intensa do alfabeto móvel.
  • Desenho livre, pintura, modelagem, recorte, dobradura.
  • Caixa com palavras ou nomes significativos de cada aluno da classe;
  • Classificação de palavras ou nomes que se parecem que começam com a mesma letra,
  •  palavras grandes e pequenas, entre outras.
  • Memorização de como se escrevem algumas palavras ( fonte de conflitos );

JOGOS DIVERSOS PARA NÍVEL PRÉ-SILÁBICO:

  • Bingos de letras, de iniciais de nomes, de nomes e outros;
  • Memória de letras, nomes, desenhos;
  • Dominós associando nomes e iniciais, desenhos, letras;
  • Baralho de nomes, figuras;
  • Quebra – cabeças variados com gravuras, nomes, letras;
  • Pescaria de nomes, letras iniciais ou de letras do alfabeto; jogos com cartões: Parear
  •  cartões com nomes iguais; Parear cartões com desenhos; Parear cartões com letras.
  • Jogos com o alfabeto móvel: Cobrir fichas ou crachás; Formar o próprio nome e os dos
  •  colegas à vista do modelo; Separar e agrupar letras iguais;

ÁLBUNS:

  • De rótulos e embalagens;
  • De nomes e retratos ou auto – retrato;
  • Da história de vida da criança.
  • Jogos e brincadeiras orais:
  • Com rimas;
  • Adivinhações;
  • Telefone sem fio;
  • Hora de surpresa;
  • Recados orais;
  • Jornal falado.
  • Outras atividades e brincadeiras:
  • Leitura de poesias e quadrinhas, parlendas, músicas, etc…
  • Planejamento da rotina do dia;
  • Avaliação dos trabalhos do dia;
  • Relatório oral de experiências;
  • Histórias mudas;
  • Produção de texto – coletivo;
  • Conversa informal;
  • Correio;
  • Etiquetação de objetos;
  • Estudo e interpretação de gravuras;
  • Jogos de atenção;
  • Análise e síntese de palavras;
  • Interpretação oral de texto;
  • Reescrita com representação através de desenhos do texto trabalhado;
  • Reconto e reescrita das histórias;
  • Auto – ditado e escritas espontâneas.

segunda-feira, 5 de agosto de 2019

CONSERVAÇÃO DE PEQUENOS CONJUNTOS DISCRETOS DE ELEMENTOS - PDF

CONSERVAÇÃO DE PEQUENOS CONJUNTOS DISCRETOS DE ELEMENTOS - PDF: CONSERVAÇÃO DE PEQUENOS CONJUNTOS DISCRETOS DE ELEMENTOS MATERIAIS: DEZ FICHAS VERMELHAS E 10 FICHAS AZUIS COM 2 CM DE DIÂMETRO E COLOCA AS FICHAS DISPOSTAS DA SEGUINTE MANEIRA: 1. O QUE VOCÊ PODE ME DIZER

terça-feira, 30 de julho de 2019


Dicas de materiais para a intervenção com TEA


Durante uma consultoria, na sala de espera do consultório da Terapeuta Ocupacional de uma cliente, presenciei uma conversa que me inspirou para este artigo. A mãe da minha cliente trouxe um giz de gel para a mãe de outra criança com TEA (Transtorno do Espectro do Autismo) testar com o filho dela, já que ambas estavam tendo dificuldades em desenvolver a habilidade de pintura com seus filhos. Então, a outra mãe comentou que testou também um pincel que solta tinta e foi ótimo! Em seguida, uma terceira mãe disse que a mãe da minha cliente sempre acha excelentes materiais para a intervenção com a filha dela e, por fim, a mãe da minha cliente disse que era tudo indicação minha… Foi aí que parei para pensar que, nesses 14 anos de atuação na intervenção com TEA eu descobri, testei, aprovei e recomendei para clientes alguns materiais que realmente ajudam muito no aprendizado e no desenvolvimento destas crianças. Então, porque não juntar algumas destas indicações aqui, para ficarem acessíveis a um maior número de famílias e profissionais? Aí vão algumas dica!
Muitas crianças com TEA apresentam atrasos nas habilidades motoras finas e, por isso, têm dificuldades com atividades grafomotoras. Além disso, frequentemente falta motivação para estas atividades, já que seus interesses são outros. Tenho observado que as crianças com TEA resistem muito a pintar desenhos, porque isso exige um alto custo de resposta (muitos movimentos com o lápis) para que então a atividade seja finalizada. Na verdade, isso não se restringe ao autismo… Minha filha, com desenvolvimento típico, teve essa fase aos 3 anos de idade, tinha preguiça de pintar… A diferença é que, no desenvolvimento típico só a estimulação natural da escola e os amplos reforçadores sociais (elogios e incentivos) já são suficientes para fortalecer este comportamento e, em poucos meses, a minha filha que não gostava de pintar e fazia (de má vontade) uns meros rabiscos nas lições de casa, passou a escolher o pintar como ocupação lúdica para seus momentos livres, passou a escolher cores específicas para cada parte do desenho e passou a pintar com dedicação e capricho só pelo prazer de ver o desenho colorido e receber os elogios. Crianças com TEA têm grandes chances de carregar a aversão a este tipo de atividade por muito mais tempo, já que não são sensíveis aos reforçadores sociais. Por isso, é preciso muito mais esforço para tornar esta atividade motivadora e mais fácil para estas crianças.
Descobri o giz de gel por acaso… Minha filha, que não gostava de pintar, por outro lado sempre gostou muito de comprar! Um dia ela pediu este giz em uma livraria. Eu, que fazia de tudo para ela gostar de atividades acadêmicas, comprei o tal do giz sem pensar e, ao ver ela usar e eu mesma testar, descobri neste material uma forma de tornar estas atividades mais fáceis para as crianças com autismo. O giz de gel solta mais tinta e cobre o desenho com muito mais rapidez e menor custo de resposta, sem contar na sensação prazerosa que é pintar com ele. Assim, o comportamento é reforçado mais rapidamente, a criança fica mais motivada porque conclui a tarefa com menos esforço e menos tempo. Passei a indicar este material e os resultados têm sido excelentes, crianças que não gostavam de pintar começaram a adorar o tal giz de gel e, aos poucos, vamos aumentando o custo de resposta, passando para o giz normal, depois, a canetinha, até chegar ao lápis de cor tradicional, que exige maior custo de resposta na tarefa de pintar.
Outra ideia para diminuir o custo de resposta da atividade de pintar e tornar esta demanda mais atrativa e motivadora para crianças que apresentam resistência a este tipo de atividade é começar usando os aquabooks, ou seja, livros nos quais a criança pinta com água. Nestes livros, é só a criança passar água (com pincel ou com a canetinha de água que já vem com o livro) sobre o desenho que as cores vão aparecendo. Além do menor custo de resposta, os aquabooks aumentam muito a motivação na atividade, já que envolvem uma ideia de estar fazendo “mágica”, afinal a criança está pintando sem tinta, giz ou lápis de cor.
Ainda no campo do treino grafomotor, descobri recentemente, um pouco nas experiências e descobertas com a minha filha e um pouco em reuniões de equipe ouvindo as sábias orientações da TO de um cliente meu, os livros de pintar que apresentam imagens muito simples, sempre uma imagem só por página, em um fundo branco e com as bordas do desenho bem grossas. Estes livros ajudam muito na concentração e compreensão da tarefa, já que apresentam uma estimulação limpa, sem nenhum estímulo concorrente (o que é crucial para uma criança com TEA que tende a focar em qualquer outro estímulo que não o estímulo relevante), e as bordas grossas ajudam a delimitar o espaço para a pintura. Existem alguns modelos que apresentam, ainda, um desenho colorido e outro igual em preto e branco do lado, o que estimula a criança a pintar com as cores corretas. Claro que, mesmo usando estes materiais, muitas vezes precisamos agregar outros procedimentos de apoio ou de motivação, tais como fazer barreiras físicas nos desenhos com palitos de picolé, barbante ou cola colorida marcando os limites do desenho; e, ainda, usar imagens de temas do interesse da criança, para motivá-la na atividade.
A pega correta no lápis também é um obstáculo frequente no desenvolvimento de habilidades grafomotoras em crianças com TEA ou ouros transtornos do desenvolvimento. Por isso, outra dica de material que vale à pena ser testada, são os adaptadores de lápis, que consistem em borrachinhas que marcam o local de cada dedo no lápis. Em alguns casos, algo muito mais simples do que isso pode resolver o problema… Uma professora excelente que tive a sorte de conhecer na intervenção com um cliente, ao observar que a dificuldade deste aluno era apenas de pegar mais embaixo no lápis, fez apenas uma marcação nos lápis dele com fita adesiva colorida, marcando onde ele deveria segurar. A ideia deu tão certo que ela acabou aplicando para a turma toda.
Outro material que costumo indicar para a maior parte das crianças é a tesoura adaptada, que tem uma “mola” que você pode colocar em duas posições: na posição “adaptada” ela mantém a tesoura aberta, como se fosse um alicate de cutícula e, com isso, reduzimos a demanda para a criança que está aprendendo a recortar, afinal, ela terá que fazer só um movimento, o de fechar a tesoura, porque ela abre sozinha. Depois de algum tempo de treino podemos mudar a “mola” para a outra posição, que torna a tesoura normal e, então, vamos treinar apenas o movimento de abrir a tesoura, já que o movimento de fechar ela já aprendeu. Na intervenção com autismo é extremamente útil poder treinar uma resposta só por vez, ainda mais nesta área da coordenação motora fina, que é tão difícil para esta população.
Vale ressaltar que o desenvolvimento das habilidades de coordenação motora fina não dependem apenas do uso de materiais facilitadores como os que estou citando neste artigo, é fundamental a intervenção sistemática da equipe multidisciplinar e, especificamente no caso deste grupo de habilidades, é fundamental a intervenção do terapeuta ocupacional e do fisioterapeuta.
Por hoje é isso! Espero que estas dicas ajudem a dar uma forcinha a mais no treino de novas habilidades com sua criança! E, se alguém tiver mais dicas como estas, fique à vontade para escrever nos comentários deste artigo! Pode ajudar alguém que está precisando exatamente disso!


testes psico psiqueasy




01: PROVA DE MEMORIZAÇÃO VISUAL “BOM DEPART”
Testes psicopedagógicos exercem um importantíssimo papel
 no trabalho dos  profissionais  da área, essas avaliações 
te auxiliaram em alguns acompanhamentos.
Teste Psicopedagógico 02: PROVA DE ANÁLISE E SÍNTESE

Teste Psicopedagógico 03:  PROVA DE RECORTE PARA CRIANÇAS PEQUENAS
   
Teste Psicopedagógico 04: PROVA DE RECORTE (círculos concêntricos)

Teste Psicopedagógico 05: TESTE DE FIGURA-FUNDO: PROVA DE
 IDENTIFICAÇÃO DE DESENHOS SUPERPOSTOS (As frutas)
  
Teste Psicopedagógico 06: TESTE DE FIGURA-FUNDO: PROVA DE 
IDENTIFICAÇÃO DE FIGURAS COMPLEXAS (Os bois)


Teste Psicopedagógico 07: PROVA DE PADRÃO GRÁFICO EVOLUTIVO
  
Teste Psicopedagógico 08: EXPLORAÇÃO DA AGNOSIA VISUAL
  
Teste Psicopedagógico 09: COMPLEMENTAÇÃO DE DESENHOS
  
Teste Psicopedagógico 10: PROVA DE ESTRUTURAÇÃO TEMPORAL – 
ESTRUTURAS RITMÍCAS
  

Os testes usados na psicopedagogia
O Código de Ética do Psicopedagogo, no seu segundo artigo, 
afirma que o Psicopedagogo utiliza recursos das várias áreas
 do conhecimento humano, valendo-se de métodos e 
técnicas próprias.
Temos, no entanto, algumas restrições quanto ao uso de testes,
 pois, sendo uma área nova, ainda não possuiu uma grande
 variedade de testes que possa  utilizar para a realização do diagnóstico psicopedagógico. Alguns testes são
 de uso exclusivo do psicólogo, como as Provas de 
Inteligência (Wisc), Testes Projetivos, Avaliação
 Perceptomora. Testes de Apercepção Infantil (Cat), 
Teste de Apercepção Temática (TAT).
Segundo Teresinha de Paula Costa (2008) há outras
 alternativas para uso do  psicopedagogo, como o  Teste de 
Prontidão de Horizontes, Papel de Carta,
  Metropolitano de Prontidão, As Provas Piagetianas 
e Os Níveis de escrita de Emília Ferreiro, dentre muitos outros.


Atividades Psicopedagógicas – Cartões para construir Histórias e Imprimir

CARTÕES PARA CONSTRUIR HISTÓRIAS
“Construir e Contar histórias é uma terapia para ambas as partes” (Daliane Oliveira).
As histórias contribuem para que a criança entre em contato com diversos modos de ver e sentir o mundo.
Segundo Cademartori (2010), é através da história que a dimensão simbólica da linguagem é experimentada em conjunção com o imaginário e o real.
Ao se identificar com as histórias ou com os contos de fadas a criança passa a querer ouvi-la várias vezes.
Por se identificar com a personagem ou com algo semelhante ao que vive naquele momento. Sendo este um motivo para se trabalhar histórias que abordam temas do cotidiano como morte, laços familiares desfeitos e outros conflitos que falam de desenvolvimento.
 A prática de contar histórias é uma arte que forma a criança em todos os aspectos, inclusive preparando-a para o exercício da cidadania.
Muitas crianças não têm contato com diversidade de materiais de leitura ou com adultos leitores tornando responsabilidade da escola o contato com a literatura através da contação de histórias.
É uma forma de oportunizar a estas a interação significativa com textos cuja finalidade vai além da resolução de possíveis problemas cotidianos.
 Participar a criança do mundo das letras é proporcionar conhecimentos que não se extinguem.
As histórias infantis e os contos de fadas não são limitados a uma época apenas ou a uma única cultura. Mas é um instrumento de vivências emocionais que favorecem a vida em sociedade, principalmente no meio escolar.

Piaget (2002) concebe o desenvolvimento como uma passagem contínua de um estado de menor equilíbrio para outro de maior equilíbrio.
Explicando assim, o desenvolvimento como uma equilibração progressiva e que a atividade mental não pode e não está separada do funcionamento total do organismo.
O mesmo autor sugere períodos distintos para o desenvolvimento:
  • período sensório motor;
  • período pré-operatório;
  • período operatório concreto e período formal;
Mas, não considera estes períodos de maneira rígida ou determinante para o desenvolvimento intelectual.
O autor acredita que o desenvolvimento ocorre através da interação contínua com o meio físico e social que possibilita uma constante adaptação da realidade externa à realidade interna.
Esses fatores levam em consideração o desenvolvimento afetivo.
                        
O ato de contar histórias está presente no cotidiano humano de diferentes classes sociais ou em culturas distintas.  Essas histórias tem sido passadas através das gerações com o objetivo de encantar a todos com a magia que representa.
A origem das histórias e os gêneros literários são variados.
Mas possuem a mesma função: atender à imaginação e aos anseios humanos de responder dilemas como medo, alegria, perdas, angústias e outros.